Natura abre novo Centro de Distribuição em Manaus

Manaus

Instalações devem gerar centenas de empregos e reduzir tempo das entregas 

A inauguração do novo Centro de Distribuição da Natura, situado no complexo logístico da Rua Anhandui, 624, marcou a redução do prazo de entregas de 10 para 3 dias no Amazonas e Roraima nesta terça-feira (10). A estrutura, localizada especificamente no Galpão 8 (Box B) do bairro de Flores, consolida o estado como hub estratégico e contou com a presença do governador do estado, Wilson Lima, para oficializar a modernização da malha na região Norte.

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O novo espaço opera sob o modelo de Posto de Estoque Avançado (PEA), atendendo 100% da demanda da região. A localização estratégica no centro geográfico de Manaus permite maior agilidade no escoamento de produtos para as mais de 52 mil consultoras impactadas nos dois estados. Além da eficiência, a operação projeta uma redução de custos logísticos e a diminuição da emissão de 2,6 mil toneladas de gás carbônico (CO?).

O impacto econômico imediato inclui a geração de mais de 300 postos de trabalho, divididos entre 150 auxiliares logísticos e 156 motoristas de “última milha”. Durante a visita às instalações, o governador Wilson Lima destacou a segurança jurídica do Amazonas para atrair investimentos desse porte.

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“O Norte ainda tem muito a venda ‘olho no olho’, e esse investimento fortalece isso”, afirmou Lima.

Para a força de vendas, a mudança física do estoque traz reflexos financeiros. A consultora Elen Diana, que atua com a marca há 11 anos, celebrou o fim da longa espera pelos produtos.

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“Antes, a gente esperava mais de uma semana. Agora chegam em dois ou três dias. Isso ajuda a vender mais rápido e aumentar a renda”.

A operação também reforça o pilar de bioeconomia da empresa. A Natura mantém parcerias com nove comunidades fornecedoras em municípios como Carauari e Lábrea, beneficiando 1.270 famílias. Segundo o secretário de estado de Meio Ambiente, Eduardo Taveira, presente no evento, a estrutura logística apoia a tese de que é possível “unir preservação ambiental com geração de renda”, integrando insumos da floresta à cadeia industrial global.

Fotos: Letícia de Assis

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