Festival da Cunhã 2026 transforma Manaus em vitrine da cultura amazônica

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A capital amazonense já vive a expectativa para mais uma edição do Festival da Cunhã 2026, evento que promete reunir música, tradição, gastronomia e ações sociais na Arena da Amazônia, no próximo dia 23 de maio. Idealizado pela influenciadora e cunhã-poranga Isabelle Nogueira, o festival chega à sua segunda edição consolidando-se como um dos principais eventos culturais do Norte do país.

A proposta do festival vai além dos shows musicais. O projeto busca valorizar as raízes amazônicas por meio de apresentações culturais, feira de artesanato, culinária regional e experiências voltadas à identidade dos povos da floresta. A organização também reforça o caráter social do evento, mantendo a chamada “Pista Solidária”, modalidade em que o público garante ingresso mediante doação de alimentos não perecíveis ou leite em pó.

Entre as atrações confirmadas para este ano, o destaque nacional é a cantora Joelma, além de artistas regionais que representam os ritmos amazônicos, como George Japa, Márcia Novo, Banda Chora Cachorro e David Assayag. Segundo a organização, o objetivo é promover uma mistura de sons e tradições que fortaleça a cultura nortista no cenário nacional.

A edição anterior reuniu mais de 30 mil pessoas e arrecadou cerca de 30 toneladas de alimentos destinados a comunidades ribeirinhas em situação de vulnerabilidade social. Além disso, iniciativas ambientais também fizeram parte do projeto, incluindo o plantio de árvores nativas para compensação ambiental.

Com expectativa de público ainda maior em 2026, o festival deve movimentar a economia local, impulsionando setores como turismo, hotelaria, gastronomia e comércio informal em Manaus. A realização do evento também reforça o protagonismo da cultura amazônica em um período em que manifestações regionais ganham cada vez mais espaço no cenário cultural brasileiro.

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