Grandes clássicos do rock ganham nova vida em concerto inédito

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Foto: Divulgação

A força do rock volta a encontrar a música de concerto na Série Encontro das Águas 2026 com o espetáculo “Symphony of Chaos II – Adagio”, que será apresentado nesta quarta-feira (22) e quinta-feira (23), às 20h, no Teatro Amazonas. A montagem reúne a Band of Chaos e a Orquestra de Câmara do Amazonas em versões sinfônicas de clássicos do rock das décadas de 1970, 1980 e 1990.

Os ingressos estarão disponíveis para venda na bilheteria do Teatro Amazonas e no site shopingressos.com.br.

Com curadoria de Vitor Mascarin e arranjos de Gabriel Lima, o espetáculo propõe uma releitura de grandes sucessos do gênero, aproximando a energia do rock da sonoridade da música de concerto em uma experiência inédita no palco do Teatro Amazonas.

A direção musical e a regência são da maestra Elena Koynova. A produção é assinada por Inã Figueiredo, com iluminação de Tabbatha Melo.

“Esse diálogo entre o rock e a música de concerto representa o DNA da Série Encontro das Águas. A cada edição buscamos criar espetáculos únicos, que unem criatividade, excelência artística e novas experiências para o público”, destaca o maestro Marcelo de Jesus.

“Symphony of Chaos II – Adagio” integra a programação da Série Encontro das Águas 2026, realizada até o dia 26 de julho no Teatro Amazonas. Ao longo de duas semanas, o público acompanha sete espetáculos inéditos que reforçam o diálogo entre a música de concerto e diferentes expressões artísticas.

A direção artística da Série Encontro das Águas é assinada pelos maestros Marcelo de Jesus e Átila de Paula. Criada em 2014, a Série tem a inovação artística como uma de suas principais marcas, promovendo espetáculos que renovam a linguagem da música de concerto ao aproximá-la de diferentes expressões artísticas.

Nesta edição, o projeto já apresentou releituras da música popular brasileira contemporânea em “BPM – Brazilian Popular Music”, o balé clássico “A Bela Adormecida”, o concerto acessível “O Mundo Azul” e o encontro entre discotecagem, dança e performance em Ruas Cruzadas, reafirmando a vocação da série em criar experiências musicais inéditas e ampliar o diálogo com diferentes públicos. 

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